Como funciona a Hipnose

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Crise de Ansiedade

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O QUE FAZER EM UMA CRISE DE ANSIEDADE?
Entenda o transtorno de ansiedade e saiba o que pode te ajudar em situações de crise. Ache o equilíbrio quando tudo parecer fora de controle.

Quem sofre com algum transtorno de ansiedade, convive diariamente com o medo de uma nova crise. Os ataques de pânico e as crises de ansiedade generalizada são os tipos mais graves desse transtorno, que afeta cerca de 264 milhões de pessoas no mundo, segundo a OMS.

O Brasil tem a maior taxa de transtorno de ansiedade do mundo, a OMS estima que ao menos 9.3% da população brasileira sofre com algum tipo do transtorno, o que coloca a ansiedade como um problema de saúde pública.

Separando o Joio do Trigo (Ansiedade situacional e patológica)

Sentir ansiedade é normal: perder uma noite de sono pela expectativa de um compromisso importante; ficar apreensivo para uma prova, apresentação ou entrevista; ficar nervoso com alguma situação de dúvida ou risco; são circunstâncias normais para qualquer pessoa.

Mas quem sofre com um transtorno de ansiedade sabe que sua condição é muito diferente. Os sintomas de ansiedade tomam a vida da pessoa, deixando-a completamente debilitada, sem conseguir realizar ações do dia-a-dia, como trabalhar, estudar, se divertir e até dormir.

Essa sensação é ainda pior nos momentos de crise, quando a ansiedade é levada a limites tão extremos que podem gerar o pânico. Nesses momentos, a sensação de angústia e insegurança são tão grandes que desestabilizam completamente a pessoa. Os sintomas físicos e psicológicos são tão intensos que a pessoa pode pensar que vai morrer a qualquer momento.

A forma como as crises acontecem variam de acordo com cada tipo de transtorno de ansiedade. Nos casos de transtornos relacionados à fobias – como a agorafobia (medo de multidões) e a claustrofobia (medo de lugares apertados) – a crise acontece quando o indivíduo entra em contato (ou está na iminência do contato) direto com o que causa o medo. Já nos casos de Síndrome do Pânico, as crises podem acontecer de forma brusca a qualquer hora e sem qualquer motivo aparente, atingindo sua intensidade máxima rapidamente. A sensação de morte é tão ruim, que quem sofre com um ataque de pânico uma vez acaba tendo seu transtorno de ansiedade acentuado pelo medo de sofrer um novo ataque.

Sintomas Físicos e Psicológicos

Independente do tipo de transtorno de ansiedade que a pessoa sofre, os sintomas físicos e psicológicos apresentados nos momentos de crises agudas são parecidos, podendo variar em intensidade. É importante salientar que as crises não são despertadas por mecanismos conscientes, elas são decorrentes de uma distorção dos mecanismos automáticos de defesa do organismo, localizados, portanto, no subconsciente.

Psicológicos

  • Dificuldade de concentração: A pessoa fica inquieta, preocupada e não consegue se concentrar em nada;
  • Nervosismo: O sujeito fica extremamente nervoso e preocupado, perdendo o controle sobre os próprios pensamentos;
  • Medo descontrolado e incapacitante: O medo toma conta da pessoa a ponto de reagir exageradamente (gritando e correndo) ou não conseguir reagir a nada, ficando completamente paralisada.
  • Sensação de perigo e morte: A pessoa sente uma sensação de perigo tão irracional que pode levá-la a pensar que pode morrer a qualquer momento, mesmo diante de algo que não apresenta qualquer risco

Físicos

  • Taquicardia: Os batimentos cardíacos ficam acelerados,  acima dos 100 batimentos por minuto;
  • Hiperventilação: Um dos principais sintomas físicos é a respiração acelerada;
  • Suor frio: A sensação de mudança de temperatura pode variar entre calafrios ou sensação de calor;
  • Tensão muscular: Pode ser acompanhada de tremores involuntários;
  • Dores pelo corpo: As mais comuns são a dor de cabeça e a dor no peito. A dor pode ser tão forte que muitas vezes é confundida com princípio de infarto;
  • Náuseas: Que podem ser acompanhadas por vontade de ir ao banheiro, vômito e até diarreia;
  • Alterações sensoriais: Boca seca, pupilas dilatadas, visão turva, zumbido nos ouvidos, engasgos;
  • Tontura: Que pode ser seguida de desmaio.

O que fazer em uma crise de ansiedade

Passar por uma crise de ansiedade ou ataque de pânico pode ser uma experiência assustadora. Por isso, é importante saber como controlá-la. Logo abaixo, listamos 4 estratégias para que você consiga enfrentar as crises de ansiedade e colocar o seu consciente sob controle, sem remédios.

Identifique os sinais

Quem já passou por uma crise de ansiedade alguma vez, já sabe como ela começa, se desenvolve e, principalmente, como ela termina. Identificar cada um desses sinais é uma questão essencial para não entrar em desespero e se entregar à crise.
É importante entender que não é possível impedir que uma crise de ansiedade comece. Porém, da mesma forma que ela começa, ela também termina. Racionalizar esse processo é um passo importante para tomar o controle da situação, fazer com que ela dure menos e que não gere desdobramentos mais graves.

Controle da respiração

Esse é um passo fundamental. Quando se está sob a iminência de uma crise de ansiedade, a tendência é ,que se comece a respirar muito rápido. Isso acontece porque, em momentos de risco, o cérebro entende que é preciso respirar rápido, garantindo oxigênio suficiente para sobreviver.
Evitar a hiperventilação é uma forma de ensinar para o seu cérebro que aquilo não é uma situação em que ele precisa temer o perigo. Dessa forma, é possível evitar esse automatismo e racionalizar a situação.
Para fazer isso em um momento de crise, tente inspirar normalmente e expire fazendo uma contagem regressiva de 5 até 1. Assim, você vai mostrar ao seu cérebro que aquela não é uma situação de perigo, equilibrando as suas taxas metabólicas.

Controle dos pensamentos

Que fique claro: Você não é a sua ansiedade! A crise de ansiedade é algo que vai passar, e para não aumentá-la tente não direcionar todos os seus pensamentos para os sintomas físicos e mentais. É importante que você use o ambiente externo a seu favor, e não contra você, então contemple o que está à sua volta. Procure prestar atenção no que está acontecendo, tente se concentrar em uma conversa com um colega, ouvir uma música ou observar as coisas que estão acontecendo ao seu redor.
Coloque o seu foco em outra coisa: Por exemplo, faça jogos mentais descontraídos como pensar quantas pessoas estão fazendo sexo naquele momento. Ou jogos desafiadores como brincadeiras de listar nomes de animais ou frutas com determinada letra.

Recorra a técnicas de relaxamento como meditação, religiosidade ou Auto-Hipnose

Todas essas técnicas te ajudarão a se desligar da crise. Outras distrações também podem ser úteis nesse momento como uma conversa com um amigo, uma música que te acalme, e até uma automassagem em regiões do corpo que produzem relaxamento.

Sorria!

Simples assim! O ato de rir gera uma sensação oposta à ansiedade. Para isso, tente pensar em uma situação engraçada, caso seja difícil, tente cantarolar uma música engraçada ou que te faça bem! Se o estímulo visual for mais fácil, tente se lembrar de uma cena de um filme de comédia, ou recordar daquela situação em que um de seus amigos pagou um mico que levou todos a rirem muito. Lembre-se de momentos de descontração e alegria que te arranquem sorrisos. Isso vai te acalmar naturalmente.

Tratamento com Hipnose

Os ataques de ansiedade são situações muito desagradáveis. Mas a boa notícia é que a ansiedade é perfeitamente controlável, sendo possível superá-la e viver uma vida normal com o tratamento correto. Para isso, é extremamente recomendável a busca por ajuda profissional de um psicólogo ou Hipnoterapeuta.

Em casos mais graves, quando é diagnosticada a Síndrome do Pânico ou quando ataques de ansiedade são muito recorrentes, é possível que esses profissionais indiquem o acompanhamento interdisciplinar com um Psiquiatra, que pode receitar o uso de ansiolíticos.

Porém, na maior parte dos casos, a psicoterapia é suficiente para atingir resultados positivos, sem a necessidade do uso de remédios. O que é positivo, pois evita os efeitos colaterais.

Assim como as demais psicoterapias, as sessões de Hipnoterapia se iniciam a partir de uma conversa inicial, com o objetivo de conhecer a fundo o paciente, mapeando o seu histórico e estilo de vida. Essa conversa inicial é essencial para estabelecendo de uma conexão entre o cliente e o terapeuta, que poderá decidir qual a melhor abordagem para conseguir te ajudar a superar as crises de ansiedade.

A diferença do tratamento com Hipnose, em relação às demais psicoterapias está no transe Hipnótico. Através desse processo, é possível acessar o inconsciente do paciente, o que possibilita mudanças duradouras, mesmo em hábitos automatizados e problemas enraizados. Além disso, a Hipnoterapia permite diversas abordagens, que podem funcionar muito bem sozinhas, ou como ferramenta para potencializar os resultados de outras Hipnoterapias. Veja alguns exemplos:

Relaxamento

A indução ao transe te leva a um relaxamento profundo capaz de aliviar crises de ansiedade profundas. Com o tempo, é possível aprender a auto-Hipnose e praticá-la em momentos que as crises aparecem de forma mais aguda.

Sugestões diretas

Além do profundo relaxamento, o transe Hipnótico também é um momento de atenção concentrada. A partir da indução feita pelo Hipnoterapeuta, o fator crítico do paciente cai, fazendo com que sugestões sejam aceitas com mais facilidade pelo subconsciente. Dessa forma, as sugestões Hipnóticas se tornam aliadas fundamentais da Terapia Cognitivo Comportamental, pois o acesso ao inconsciente faz com que o paciente aceite com mais facilidade o tratamento e os passos de enfrentamento à ansiedade.

Regressão ao trauma

regressão Hipnótica é, sem dúvidas, a melhor forma de superar as crises de ansiedade, pois vai à raiz do problema, analisando diretamente a causa das crises. Isso acontece porque os transtornos de ansiedade podem ter início a partir de situações traumáticas, que nem sempre são identificadas de forma consciente.

As crises podem ter início, por exemplo, a partir de uma relação conturbada com os pais, ou de um trauma de infância já esquecido, mas que deixou no subconsciente. As crises também podem ser um reflexo de uma situação de constante abnegação e auto-cobrança, ou, até mesmo de desrespeito, desvalorização e negação de sentimentos. A Regressão ao trauma pode ressignificar esses momentos, acabando de uma vez por todas com a ansiedade.

Agora que você já sabe como agir em casos de crise de pânico, e até mesmo os tratamentos para acabar de vez com o transtorno, conta pra gente aqui nos comentários! Você já passou por alguma crise de ansiedade? Como reagiu a ela? Foi surpreendido pelas dicas deixadas neste artigo? Já tentou recorrer à Hipnose para solucionar definitivamente esse problema? Que tal marcar agora mesmo sua sessão de Hipnose? Aproveite e compartilhe aqui suas impressões e participe da conversa!

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Hipnose em pacientes com câncer

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Tratamento inédito usa Hipnose para reduzir dor de pacientes com câncer

Pacientes continuam tomando remédios e indo a consultas com especialistas. Experimento é feito no maior hospital da rede pública do DF.

Um tratamento inédito em um hospital público de Brasília: Hipnose para reduzir a dor de pacientes com câncer. Experimento é feito em uma pesquisa de doutorado, em um hospital público de Brasília.

Os estudos sobre uso da Hipnose para aliviar dores começaram nos Estados Unidos ainda na década de 1950. Os médicos explicam que é possível, com a Hipnose, acionar a produção de substâncias que o corpo produz naturalmente e que tem uma ação analgésica, diminuem a dor.

A cabeleireira Anídia Santos passou por duas cirurgias para retirar o câncer: uma no estômago e outra nos ovários. Agora ela luta contra as dores do tratamento. E encontrou na Hipnose um alívio. “Já me arrumo, vou para a igreja. Já cuido da casa, dos meus filhos. Totalmente diferente. Não estou mais com dor”, afirma.

Antes ela não fazia ideia do que é ser Hipnotizada. Os pacientes deitam na maca ouvindo uma música de fundo e a voz suave do Hipnólogo, que faz com que eles se concentrem e fiquem em um estado de semi consciência.

“É o estado onde o paciente está mais suscetível às mudanças. Então ele consegue alterar os sintomas e manter quando consciente essa alteração. Por isso a gente trabalha dentro desse estado”, diz o Hipnólogo Gil Montenegro.

O atendimento é feito no maior hospital da rede pública do Distrito Federal. Mas não é oferecido pelo SUS. Faz parte de uma tese de doutorado sobre os efeitos da Hipnose no tratamento das dores, da ansiedade e depressão em pacientes com câncer.

A Hipnose é complementar ao tratamento do câncer. Os pacientes têm que continuar tomando os remédios e indo às consultas com os especialistas. “Os pacientes têm relatado melhora nos sintomas, principalmente no sintoma dor e principalmente a curto prazo. Então a gente tem tido retorno positivo desses pacientes”, afirma a médica Patrícia Ribeiro.

As sessões de Hipnose duram 30 minutos. O seu Francisco teve que tirar parte da laringe por causa do câncer. Ele não pode falar. Mas quando termina a sessão, mostra que está satisfeito com os resultados.

Já existem estudos também para uso da Hipnose como uma forma de ajudar a combater dores crônicas, enxaquecas e até dores de dente.

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Hipnose acelera o tempo de tratamento

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Hipnose acelera o tempo de tratamento de fobias

Medo de dentista, de avião, gagueira, ansiedade e doenças psicossomáticas podem ser solucionadas com a terapia

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Hipnoterapeuta e Psiquiatra Sofia Bauer explica que a técnica é usada sem abrir mão de medicamentos

Se ao ouvir falar sobre Hipnose a primeira coisa que vem à sua cabeça é uma regressão a vidas passadas ou um espetáculo, esqueça. A ideia de usar a técnica para voltar a suspostas existências anteriores e assim resolver traumas do presente ficou para trás. Hoje, a Hipnose é uma ferramenta utilizada por psicólogos e psiquiatras como auxiliar em processos de terapia com o objetivo de ampliar a consciência do paciente, abrindo caminhos para desatar problemas psíquicos e psicossomáticos que demandam soluções mais rápidas. Entram nessa lista desde o medo de dentista, de avião, gagueira, ansiedade, crises de pânico, dores crônicas, vício de fumar, alívio de sintomas no tratamento do câncer até o uso de drogas, problemas sexuais, tiques nervosos e doenças psicossomáticas como bronquite, enxaqueca, úlceras, doenças de pele e doenças intestinais.

Pesquisa sobre o uso da Hipnose na odontologia, realizada pela Universidade do Vale do Sapucaí em Pouso Alegre, no Sul de Minas, com 40 pacientes, a maioria deles com medo de dentista, mostrou que 94,87% registraram redução da tensão e do medo depois de passar por uma sessão de Hipnose e 87,17% reduziram os níveis de ansiedade. A pesquisa visa aumentar o bem-estar do paciente e desenvolver uma odontologia humanizada.

Dessa forma, os pacientes podem chegar ao consultório odontológico sem medo, que muitas vezes chega a ser paralisante. Segundo a cirurgiã-dentista Marisa Breias, que faz parte da equipe que conduziu o estudo, a técnica reduz o tempo de cadeira, a ocorrência de edemas e sangramento, a salivação e a dor. “A consequência disso é que o uso do anestésico diminui, o número de intercorrências é menor, a ansiedade baixa e até a pressão arterial do paciente reduz durante o tratamento”, afirma. O método, segundo ela, também potencializa a cicatrização e melhora o período pós-operatório.

RESPOSTAS
A ideia de aliar a Hipnose à psicoterapia é acelerar o processo de tratamento de traumas, o que, de acordo com a pessoa e com o problema, pode levar de algumas sessões a alguns meses. De acordo com a psiquiatra e Hipnoterapeuta Sofia Bauer, que estudou o método nos Estados Unidos e o aplica no Brasil desde 1994, o objetivo é permitir que o paciente entre em estado de relaxamento, mesmo estando inteiramente acordado, porém mais voltado para os seus verdadeiros sentimentos. “Durante a Hipnose, a velocidade do cérebro diminui, o que permite que haja conexões mais bem feitas entre os neurônios, que se conectam com mais facilidade e dão respostas mais rápidas aos problemas, cujas soluções os pacientes não viam antes”, observa. Ela explica que o tratamento é feito sem abrir mão de medicamentos psiquiátricos, mas auxilia no tratamento psicoterápico, dando mais força ao paciente para o enfrentamento dos problemas.

“Usamos a Hipnose como ferramenta de relaxamento para levar a pessoa a focar na solução dos seus problemas. São técnicas psicossensoriais inovadoras, associadas à sinesiologia, que atuam em pontos específicos onde alguém fica ‘travado’. O destravamento desses pontos está associado a memórias traumáticas que vão se limpando quando se associa a psicoterapia à Hipnose”, afirma a psiquiatra. O uso da Hipnose é feito para acelerar o processo de terapia e encurtar o tempo de tratamento. O tempo varia de acordo com a pessoa e o problema, de uma sessão a alguns meses de trabalho. As consultas têm duração de uma hora e nelas se trabalha em Hipnose por 30 minutos ou mais.

“Usamos a Hipnose como ferramenta de relaxamento para levar a pessoa a focar na solução dos seus problemas. São técnicas psicossensoriais inovadoras, associadas à sinesiologia, que atuam em pontos específicos onde alguém fica ‘travado’. O destravamento desses pontos está associado a memórias traumáticas que vão se limpando quando se associa a psicoterapia à Hipnose”, afirma a psiquiatra. O uso da Hipnose é feito para acelerar o processo de terapia e encurtar o tempo de tratamento. O tempo varia de acordo com a pessoa e o problema, de uma sessão a alguns meses de trabalho. As consultas têm duração de uma hora e nelas se trabalha em Hipnose por 30 minutos ou mais.

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Me curei com Hipnose

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Me curei com Hipnose!

Do bruxismo à depressão, da rinite alérgica ao tabagismo, a Hipnose pode ajudar a combater diversos problemas. Confira alguns casos relatados em estudos científicos.

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Embora ainda sofra de alguma desconfiança, a Hipnose aos poucos se apresenta como alternativa comprovadamente eficiente para tratar um grande leque de doenças. Hoje, pacientes são induzidos ao transe para resolver inconvenientes que vão do ranger de dentes ao nariz entupido, como mostram estudos publicados nos últimos anos.

Problemas para amamentar
Nos seus primeiros meses como mãe, Maria Luíza, de 21 anos, estava cansada por dormir mal várias noites. A estudante de arquitetura, além disso, era criticada pela própria família pelo choro da criança, o que a deixava irritada. Por tudo isso, não estava conseguindo amamentar. Ela produzia leite, mas o líquido não fluía. Para piorar, a jovem estava incomodada com as mordidas que o bebê dava em seu peito. Diante dos problemas, topou participar de uma sessão de Hipnose, experiência detalhada em Hipnose, singularidade e dificuldades de amamentação: um estudo clínico, do psicólogo Maurício da Silva Neubern, da UnB. O tratamento começou com uma série de sugestões para deixar Maria Luíza relaxada. Depois o terapeuta investiu nos problemas. “Talvez você escute o choro de seu filho e possa acompanhá-lo também de uma forma bem tranquila”, disse. Para resolver o problema do leite, o especialista citou uma reportagem de TV sobre a forma correta de ordenhar vacas, falou sobre a felicidade das vacas ao amamentar e ainda evocou imagens como “piscina de leite”. Alguns dias depois, Maria afirmou que estava dormindo melhor e que “a amamentação estava fluindo bem”.

Bruxismo
Um empresário de 42 anos, separado da mulher, procurou ajuda para controlar o bruxismo. Havia três décadas que ele sofria com tiques faciais que ora desapareciam, ora se agravavam. No último ano, entretanto, o paciente começou a ranger involuntariamente os dentes enquanto dormia, causando uma série de problemas na dentição, além de dores na musculatura da boca. O empresário passou por uma única sessão de Hipnose, quando os terapeutas ensinaram a ele a técnica conhecida como “tela de cinema”. Ele foi instruído a relaxar totalmente os músculos do corpo, até sentir como se estivesse flutuando. Depois todo pensamento, sentimento ou imagem negativa deveria ser mentalmente projetada em uma tela de cinema imaginária. A ideia do tratamento era fazer com que, ao buscar o relaxamento, o empresário simplesmente virasse a tela com imagens ruins para deixá-las de lado. Depois de dois meses, a tensão muscular durante o sono desapareceu. E uma revisão do caso feita cinco anos depois dessa única sessão mostrou que o empresário seguia livre do bruxismo. O caso está descrito no livro Trance & Treatment: Clinical Uses of Hypnosis, publicado em 2004 pelos médicos Herbert Spiegel e David Spiegel.

Nariz entupido
No livro Hipnose na Prática Clínica, de 2003, o neurologista Marlus Vinicius Costa Ferreira descreve o caso de um homem de 31 anos que tinha dificuldades para respirar por conta de rinite alérgica. O paciente, cujo nome foi preservado, tinha feito um tratamento com corticoides, além de duas cirurgias para correção do septo nasal. Não adiantou. E a situação ficava ainda pior quando ele folheava livros antigos, tinha contato com tinta e verniz, sentia cheiro de perfume ou circulava em ambientes com pó e pólen. Induzido ao estado hipnótico, o paciente recebeu uma sequência de sugestões. Primeiro ouviu “você é capaz de respirar suave, longa, lenta e profundamente”. Então foi incentivado a imaginar partículas causadoras de alergias em contato com o corpo, sendo reconhecidas pelo organismo para deixarem de ser danosas. Depois, outra vez ouviu que era capaz de respirar suavemente, enchendo os pulmões de ar, gozando de uma maravilhosa sensação de bem-estar. Passada uma semana, ao voltar para a nova consulta, o paciente relatou que tinha passado bem “todos os dias e todas as noites”, sem sinal de secreções, com o nariz permanentemente desentupido.

Dores crônicas da fibromialgia
Quando Suzana, de 46 anos, aceitou ser voluntária de uma pesquisa sobre dor e Hipnose, estava sofrendo muito com sintomas da fibromialgia. As dores pelo corpo eram fortíssimas. Mãe de três filhos, havia dois anos que ela tinha largado o emprego de costureira por conta da síndrome, que tratava com acupuntura, exercícios na água e quiropraxia. Além disso, sofria de depressão e não usava medicamentos para conter o problema. De acordo com o artigo Hipnose e dor: proposta de metodologia clínica e qualitativa de estudo, do psicólogo Maurício da Silva Neubern, da UnB, a paciente foi induzida ao estado hipnótico em cinco oportunidades. O terapeuta apostou em sugestões de anestesia e analgesia para reduzir a dor de Suzana. Falou da “sensação dos músculos relaxando” e afirmou que o “corpo sabe o que fazer”. Para combater o sentimento de que a vida da paciente estava paralisada por conta da doença, o pesquisador sugeriu a ela que “nosso consciente capta apenas uma pequena parcela de nossa experiência” e que o inconsciente de Suzana “pode rever a história inteira em poucos segundos, como se fosse um filme”. Os resultados foram significativos: Suzana relatou que a dor tinha sido reduzida em 90% e que ela tinha ficado até cinco dias livre do desconforto. Além disso, depois das sessões, Suzana dizia que pensava em retomar a profissão e tinha aprendido a usar por conta própria algumas técnicas hipnóticas para conter crises.

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Medo de Dirigir

Não passar na prova do DETRAN repetidas vezes pode gerar uma frustração enorme para a pessoa reprovada. Mas e se a reprovação for causada por um “congelamento” de tal forma que a pessoa não consegue nem tirar o carro do lugar?

“O que está acontecendo comigo?
O que me bloqueia?”

se questionou Kildane sentada ao volante sem nem ao menos conseguir ligar o carro.

Conheça o caso da Kildane que buscou ajuda na Hipnoterapia após ser reprovada várias vezes no teste do DETRAN por conta de um trauma de infância.

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Passar na prova com o auxílio da Hipnoterapia, para Kildane:

“a Hipnose não me ajudou só e apenas nisso, mas também em casa com meu marido a gente melhorou o nosso relacionamento, no trabalho eu me tornei uma pessoa mais confiante. Quantos anos eu vivi prisioneira de algo que me traumatizou? E a Hipnose numa única sessão, realmente uma sessão longa…”

FOBIA | Recorrente reação incontrolável ao medo

Ainda que o medo seja considerado infundado pela maioria de nós, aquele que sofre de Fobia não consegue controlar ou evitar a carga de sentimento e enfrentam intensas reações mentais e fisiológicas sempre que são expostas ao que os aterroriza. Uma pequena aranha de jardim se torna em “O Ataque da Aranha” (Aracnofobia) ou um ursinho de pelúcia encantador em um “Potencial Aniquilador” – “Sim eu sei que é de pelúcia mas olha pra ‘ele’, é horrível” (Caso de Pediofobia).

Possíveis sintomas físicos e psicológicos da Fobia:
⦁ Respiração rápida;
⦁ Batimento cardíaco elevado;
⦁ Boca seca;
⦁ Sentir-se sendo sufocado;
⦁ Tremedeira;
⦁ Paralisia ou Fuga.

Relato da Andreia: “Eu tenho Fobia de Papai Noel, e não é trauma não, pois não lembro de nada do passado que leve a isso. Mas se vejo um, seja onde for, passo longe e tenho também uma sensação de falta de ar e desespero. Também não posso ver e nem pensar muito sobre O Máscara, meu Deus, que sensação horrível. Um dia entrei numa locadora de filmes, e dei de cara com uma pessoa fazendo papel de O Máscara, quase desmaie, e comecei e chorar e meu coração acelerou, uiiiiii que horror… compreendo todos com suas Fobias, pra alguns é boba, mas pra quem tem é ‘pank’.”

Eficiente no tratamento de Fobias a Hipnoterapia vai a raiz do problema encontrar os pontos que causam “travamento”. Isso inclui lidar com memórias de traumas, experiências negativas que até então serviram de gatilho para o medo descontrolado. Eu diria que você não irá tornar-se necessariamente “amigo” daquilo que “temia” mas tem uma grande potencial de alterar as impressões positivamente ou de neutralizá-la.

Eu trouxe como curiosidade algumas Fobias, é bem possível que você perceba em si mesmo alguns traços de algumas delas.

Alguns tipos de fobias:
#Coulrofobia: medo irracional de palhaços;
#Mascarafobia: medo de mascara ou de pessoas usando mascaras;
#Monofobia: medo de ficar sozinho;
#Nictofobia: medo da noite ou do escuro;
#Tanatofobia: medo da morte;
#Zoofobia: medo de animais;
#Acrofobia: medo de altura;
#Agorafobia: medo de espaços abertos ou com multidões;
#Brontofobia: medo de raios e trovões;
#Catastrofobia: medo de catástrofes e aspectos ambientais;
#Caetofobia: medo irracional de pelos e/ou cabelos;
#FobiaSocial: medo de pessoas e da exposição;
#Glossofobia: medo de falar em público;
#Hematofobia: medo de sangue, injeções e feridas.

Deixe nos comentários: Qual é a sua Fobia? Conte alguma curiosidade sobre ela?

A foto utilizada na postagem é de Amin Rokhide.

A origem da palavra Parascavedecatriafobia: Parascave (Sexta-feira) + Decatria (Treze) + Fobia (Medo).

Tratamento de fobias e distúrbios psicológicos

“A Hipnose não é uma panaceia universal,
mas ela pode acelerar o tratamento.
A vantagem é que ela torna o processo mais objetivo e
potencializa os instrumentos psicológicos
usados nas terapias”

Médico e Psicólogo Rui Fernando Cruz Sampaio.

Leia a reportagem do Jornal Gazeta do Povo completa transcrita abaixo. Se preferir ler a reportagem na fonte clique no link no final da página.

Hipnose ajuda no tratamento de fobias e distúrbios psicológicos

Nos consultórios, transtornos psiquiátricos, como depressão e fobias, vêm sendo combatidos com êxito e de forma mais rápida com a ajuda da prática

Apesar de ter sido usada há séculos, os efeitos da hipnose só foram comprovados cientificamente na década de 1990. Um grupo de psiquiatras e neurologistas dos Estados Unidos conseguiu, por meio de tomografia computadorizada, detectar as alterações que o transe hipnótico provoca no cérebro do paciente, que responde a comandos do hipnotista. Desde então, o método tem sido cada vez mais aceito como recurso auxiliar em uma infinidade de tratamentos.

“A hipnose não é uma panaceia universal, mas ela pode acelerar o tratamento. A vantagem é que ela torna o processo mais objetivo e potencializa os instrumentos psicológicos usados nas terapias” , disse o médico e psicólogo Rui Fernando Cruz Sampaio.

Nos consultórios, transtornos psiquiátricos, como depressão e fobias, vêm sendo combatidos com êxito e de forma mais rápida com a ajuda da hipnose. O procedimento também tem sido usado em terapias contra alcoolismo, tabagismo, dependência química e obesidade causada por compulsividade alimentar. Não por acaso, o Conselho Federal de Psicologia (CFP), ainda em 2000, foi a primeira entidade a reconhecer e regulamentar a hipnose como recurso auxiliar no tratamento.

“Não há levantamentos, mas, pelo que vemos na prática e pelo número de cursos disponíveis, podemos dizer que é uma técnica que está aumentando” , disse o presidente do Conselho Regional de Psicologia do Paraná, Guilherme Bertassoni. Ele mesmo se formou em três cursos de hipnose.

Posteriormente, os conselhos profissionais de medicina, odontologia, fisioterapia e terapia ocupacional também se abriram à prática. Em pequenas cirurgias, por exemplo, a técnica chega a substituir a anestesia em pacientes alérgicos ou cardíacos (apenas para pessoas que conseguem entrar em transe sonambúlico, o estágio mais profundo da hipnose). O procedimento também é aplicado em partos naturais, para que a parturiente sinta menos dor.

“Outra pessoa”
Há dois meses, Alice* (*nome fictício), de 18 anos, sequer saía de casa. O cérebro dela produz pouco serotonina – neurotransmissor associado à sensação de bem estar – e, por causa disso, ela acabou desenvolvendo depressão e síndrome do pânico. Há 45 dias, começou a fazer terapia, com recurso auxiliar de hipnose. Em quatro sessões, já sentiu a diferença. “Eu saio com minhas amigas, vou ao shopping. Já sou outra pessoa”, disse.

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Hipnose no tratamento de enxaqueca e dores em geral

O tratamento com Hipnoterapia registrou nos primeiros cinco meses deste ano em São Paulo um aumento de 12% de mulheres que buscaram a técnica para a enxaqueca, o tabagismo e dores em geral.
A Hipnoterapia é reconhecida como ferramenta complementar ao tratamento médico pelo Conselho Federal de Medicina, Conselho Federal de Psicologia, Conselho Federal de Fisioterapia e Conselho Federal de Odontologia.

Veja | Reportagem da RedeTV! News exibido agora em agosto

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Hipnose Evidência Científica

Leia a reportagem do G1 Ciência e Saúde completa transcrita abaixo. Se preferir ler a reportagem na fonte clique no link no final da página.

Pesquisa encontra evidência científica de que a hipnose existe

Antes da descoberta, hipnose era vista como mito ou fruto da imaginação.
Olhar fixo, típico de hipnotizados, vem junto a movimentos involuntários.

Pesquisadores encontraram pela primeira vez evidência científica para a existência de um estado hipnótico. Um olhar fixo e estranho pode ser a chave para resolver o debate sobre a existência ou não da hipnose, que já dura mais de cem anos.

Para muitos psicólogos, psiquiatras e neurologistas, a hipnose não passaria de um mito popular ou de um fruto da imaginação de pessoas que estariam, de fato, conscientes. Com a evidência científica, esse ponto de vista deve ser abandonado.

Esse tipo de olhar é um dos clichês de como uma pessoa fica quando é hipnotizada, mas nunca tinha sido estudado a fundo pelos cientistas, já que não acontece em todos os casos.

Nesse estudo, os cientistas observaram uma pessoa que pode entrar e sair facilmente do estado de hipnose com uma simples deixa de uma palavra. Durante a hipnose, eles monitoraram o movimento dos olhos com aparelhos de alta definição. O olhar fixo foi acompanhado por um comportamento automático dos olhos, em reflexos, que não é apresentado em pessoas que não estão hipnotizadas.

A pesquisa foi conduzida pelas Universidades de Aalto, Turku (ambas na Finlândia) e Skövde (na Suécia) e publicada na revista científica PLoS ONE.

1ª Imagem – Olhos de uma pessoa consciente;
2ª Imagem – Olhos de uma pessoa em estado de hipnose
Foto: Universidade de Turku/Divulgação

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